segunda-feira, 31 de agosto de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Giant - III




III -2001




Dann Huff guitars, keyboards, lead and background vocals
David Lyndon Huff drums, percussion, background vocals
Mike Brignardello bass, background vocals
Tracks
1. Combustion 1:33
2. You Will Be Mine 5:09
3. Over You 5:03
4. Don't Leave Me in Love 4:38
5. Love Can't Help You Now 5:27
6. The Sky Is the Limit 4:56
7. It's Not the End of the World 4:46
8. Oh Yeah 4:40
9. Can't Let Go 5:18
10. Bad Case of Loving You (Doctor, Doctor) 3:07

Total Running Time: 44:37

Category: AOR
Year: 2001
Label: Frontiers (Italy)
Catalog Number: FR CD 097


Para apresentar este álbum agora pode parecer um pouco fora de tempo, já foi lançado em 2001 , mas desde que o Mainstram actual é como é, e os revisores oficiais estão cheios de arrogância e são obrigados comprar um conhecimento superior que sabem tudo, desde que satisfaçam a sua abordagem restrita ao Hard Rock , eu tive que dar a este álbum de uma segunda rodada. Giant são roqueiros E.U. saíram de uma união de músicos nos anos 80 muito aclamados tanto musicalmente como comercialmente. Pelo tempo que eles estavam para lançar o seu terceiro álbum, o movimento grunge e conflitos internos levaram a separarem-se. Enquanto os anos foram passando e a procura das suas canções foi aumentando, os registros Frontiers records foram aumentando, até que organizaram uma votação para eles em seu site, onde se tornaram a juntar para gravar um álbum. A banda reconsiderou suas opções e decidiu retornar em grande estilo com este terceiro álbum devidamente nomeado? III?. Até aqui está tudo bem. O álbum é um trabalho muito bom tanto no departamento de produção e nas composições, mas estamos em falta, é o sentimento dos nossos tempos. Muitas das músicas foram escritas para o álbum nunca lançado terceiro do Giant nos anos 80, e encontrar seu caminho até aqui. mas é isso que faz dessa banda tão grande, nada soa datado, suas músicas são um verdadeiros oásis, de bom gosto musical, cheio de energia e ritmo. GIANT voltou com força total para reclamar o seu trono e pelo que eu vejo que eles fizeram isso em grande estilo perfeito. Seu ponto mais forte é que eles sabem como pena para uma boa canção que permanece por dia em sua mente e eles fizeram isso. Se consideras um teu amigo independente do som Hard rock melódico E.U., e tu não tens este álbum, então esta é tua última chance, caso contrário, por que não ouvir outra coisa? Rock melódico tem necessidades fãs leais especialmente nestes dias. De volta os gigantes são gigantescos.

http://www.myspace.com/gianttheband

sábado, 29 de agosto de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Grunge vs Hair Metal

Cresci a ouvir bandas nos anos 80. Alguns nomes que aqui falo com mais freqûencia neste sótão da musica, na altura tanto eu e todas as pessoas que conheço chamavamos Hard'n'Heavy , não quer dizer que soubessemos do que falavamos, mas pelo menos observava-se in loco as coisas, a informação era escassa, ninguem tinha net, poucos tinham acesso a revistas e Vhs. Nem tudo do que se fala aqui é Hair Metal, mas não quero entrar numa converça sobre rótulos que não se chega a lado nenhum.



O grunge apareceu de forma natural pois a caracteristica do Hair Metal era ser Hollyhoodesco e sempre alegre, tocado com um sentimento muito uptempo que fazia que todos os temas cheirassem a Beverly Hills. A juventude estava um bocado farta disso porque essas bandas de Hair Metal e Rock FM (Poison, White Lion, etc...) no final dos 80 e principios de 90 não traziam nada de novo em termos de sentimento e mensagem. No final do milénio procurava-se a nostalgia bipolar. A geração X, não se identificava com o visual à Glam Rock que as Bandas de Rock FM e Hair Metal usavam, nem com os estilos de vida Hollyhood.




O Grunge não aparece nem em NY nem em LA, aparece em Seattle, cidade com meio milhão de habitantes e muito chuvosa muito longe em termos sociais do que se passava nas cidades maiores. A mensagem era totalmente diferente, em vez de se falar se sentimentos glamorosos e de sucesso ("Fast cars and Fast Chics") falava-se de situações mais introspectivas, falta de rumo, procuras de identificação, isto tudo num visual mais dado ao pauperismo, de jeans realmente rotos devido a desgaste, camisas à Lumber Jack e AllStars, isto tudo por anteposição aos cintos Gucci, óculos Emporio Armani, Ferraris e as grandes mansões das bandas de sucesso do rock fm e hair metal na altura.



Quando aparece a clivagem podia-se dizer que:
O Hair significava: Sucesso e Brilho, consumismo e Glamour. A certeza do chavão "American way of life" das produções de Hollyhood, sempre com toadas "épicas" fossem temas mexidos ou mais calmos.
Grunge significava: Incerteza, Obscuridade e busca de novos ideais, abordagens bipolares aos trabalhos que ora eram agressivos ora nostálgicos, mas sempre depressivos na apróximação do final do milénio.
Os Alice in chains, os Pearl jam, os Soundgarden etc, tinham optimas vozes ( melhores vozes que muitos "bimbos" dos 80´s) bons riffs e, talvez seja dificil de acreditar em concreto, aceitar, solos de guitarra.
Profissionalismo das bandas de "hair metal" dos anos 80 também me gosto de rir um bocado, se tivermos em conta que muitas delas eram 90% imagem e 10% talento e virtuosismo ( e ai apareçem os famosos guitar heros dos 80´s). e naturalmente as coisas mudam...acho que seria muito aborrecido se o hard rock continua-se a ser como o dos anos oitenta...



As bandas "grunge" que aqui refiro passavam na MTV, pois claro, mas, todas elas eram bastante diferentes...desde os nirvana aos recônditos Mudhoney havia sempre algo mais do que compor canções "cliché" sobre amor, tarola á bruce lee, e solos virtuosos.. de pré fabricado não tinham nada...numa epóca em que reinava a guitarra de 1000000 de notas ao segundo apareceu umas boas bandas de rock n roll com reminiscentes de uns New york dolls, Iggy pop... e, claro, pode-se argumentar que tambem vendiam muito para as "pitas" da altura, mas que foram únicos, isso não se pode negar!
Quanto a bandas como os pearl jam, nirvana, soundgarden, alice in chains foram uma lufada de ar fresco...a guitarra não morreu de forma alguma, o grunge foi uma moda que durou 4 anos, e se com paciência lerem alguma das letras destes, letras que nada tinham a ver com o que então se escrevia. as letras de soundgarden são excelentes testemunhos disso.
De maneira nenhuma. para já, o rótulo "Grunge" é uma parvoíce... dentro desse rotulo tanto apanhas o som bem sludge e maluco duns Melvins, Mudhoney e TAD ou o som mais convencional duns Pearl Jam, um hard rock quase metal dos alice in chains... o som divergia e muito, o que unia essas bandas era a saturação de tudo aquilo que se apanhava na radio nos 80´s...a vida é mais do que ter sexo com uma chavala diferente todas as noites e festas de arromba...
Agora a tendencia anti-shred e as camisas de flanela aos quadradinhos...coisas aproveitadas pela imprensa...




Tanto o Hair Metal e o Rock FM, como o Grunge já passaram... como tudo neste mundo éfemero, foram colocados na prateleira. Até já o Nu Metal está em fase de declinio,(ainda bem) o Rap ficou a cheirar a mofo, o Hip Hop está a cair semestralmente...
Nestes últimos 7 ou 8 anos, temos vindo a observar ressurgimentos de estilos ditos "mortos" ou "adormecidos", desde disco, punk, rockabilly... bandas rock a roubar indiscriminadamente malhas a grandes bandas de 20 ou 30 anos atrás (white stripes é flagrante), até um grande revivalimo de música latina (houve uma altura em 2000/01 salvo erro que andava tudo a querer a-Santanar as coisas) o que torna dificil de prever qual o "estilo para a próxima estação"... porque isto já está mais a parecer-se com a alta costura do que com música.




...uma tentativa tentativa de futurismo:
Torna-se provável que o Hair Metal faça um ressurgimento, assim como outros estilos o fizeram, mas vai ser "Sol de pouca dura" pois na próxima estação vai estar "enterrado" novamente. E se ressurgir não será pela mão de quem sabe mais acerca de musica, ou quem toca melhor...
Mas sim pelo que é chamado "Mainstream" .

Videos

Lynch Mob - Tangled In The Web (Wicked Sensation 1990)
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Lynch Mob - River Of Love (Wicked Sensation 1990)
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Kix-Same Jane (Hot Wire 1991)
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Helloween with Michael Kiske - When The Sinner (Chamaleon 1993)
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Cinderella-Gypsy Road (Long Cold Winter 1988)
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Doro Pesch & Warlock - White Shade Of Pale (Force Majeur 1989)
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Kingdom Come - What Love Can Be (Kingdom Come 1988)
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Vixen - -Cryin'n (1989)
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Mr.Big - Addicted To That Rush (Mr. Big 1989)
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Van Halen - Humans Being (Best Of Volume 1)1996
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Andy Taylor - I mIght Lie (Thunder 1987)
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Def Leppard - Animal (Hysteria 1987)
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Gun - Better Days (Taking On The World 1989)
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Bullet Boys - Talk To You Daughter (Freakshow 1991)
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Bullet Boys - For The Love Of Money (Bullet Boys 1989)
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Slap Bass Guitar Lesson






terça-feira, 25 de agosto de 2009

Michael Kiske ‘I’ll Prophecy Demo-Tape 1986'





Ill Prophecy - demo

A carreira de Michael Kiske começou quando ele ainda era o vocalista de uma pequena e desconhecida banda chamada ‘I’ll Prophecy’. Enquanto isso, a banda alemã Helloween procurava um novo vocalista. Michael Kiske viria a ser o novo membro do grupo.

Michael Kiske, ex-vocalista do Helloween, não pára de fazer barulho. Desde que deixou a banda com a qual gravou clássicos como "Keepers Of The Seven Keys I" e "II", o músico vem criando polêmicas expondo a sua maneira de ver o Heavy Metal e suas vertentes.

Em reveladora entrevista à revista Roadie Crew, o alemão, perguntado sobre as questões morais e artísticas que em entrevista anterior havia dito que o incomodavam no estilo, afirmou: "A intensa exaltação de morte, ódio, mal etc. Acho inúteis essas bandas posando de cruéis e passando mensagens negativas às pessoas. Gosto de ver senso de humor e boa música nos palcos. (...) Até no nome Helloween há um pouco disso. É como se você tentasse fazer o inferno (N.R.: 'hell') soar legal. No entanto, é o de menos, pois me parece totalmente inofensivo. Há coisas muito mais graves por aí."
Kiske foi então questionado pelo redator da revista, Thiago Sarkis, quanto a exemplos do que estava falando, ao que retrucou: "Pense nos títulos e letras de músicas de bandas de Heavy Metal. Quantas vezes você encontrará coisas como 'morra', 'morte', 'morto', 'matar'? O Iron Maiden, por exemplo, faz isso o tempo inteiro. Eles vendem a morte às pessoas."


Kiske: “Eu não me importo mais com esses tipos de papas e filisteus da música, eu devo dizer. Eu posso gravar minha própria música até como canções folk espanholas se eu quiser, e eu não preciso pedir a permissão de ninguém sobre isso. Eu pessoalmente acho, depois de como a banda me tratou e falou porcarias sobre mim após esses anos, que seria maior heresia NÃO pegar minhas bonitas músicas de volta. Isso faz moralmente muito sentido para mim; mas a cena metal tem morais totalmente falsas de qualquer jeito. Isso porque essa cena está puxando demais o saco de um falso deus – o anticristo. Eu não acredito nas morais do metal. Eu acredito em liberdade (= verdadeira) música e em Jesus Cristo.”...

"Músicos NUNCA devem fazer álbuns para agradar mercados ou criticas; ISSO é música falsa. Mas como eu disse, o mundo do metal tende a ter suas ‘próprias’ morais aqui... Como um músico LIVRE, você sempre será um ‘traidor’ para os fascistas do metal. Mas você tem de ser honesto consigo mesmo, porque isso faz música verdadeira. Se você não é honesto com si mesmo, você é um traidor de você mesmo e de DEUS. Nós dois sabemos que quando certas mentalidades te chamam de ‘verdadeiro’ novamente, mas é só uma mentira. O Metal geralmente adora inverter as coisas: moralidade, a cruz, o pentagrama, a verdade... Eu aprendi com o metal muito sobre o que é certo e o que é errado, então eu agradeço à cena por isso!"

www.myspace.com/mkiske

Adrian Smith And Project - Silver And Gold (1989)



Adrian Smith: Lead, rhythm & acoustic guitars & lead vocals
Andy Barnett: Lead, rhythm, slide & acoustic guitars & vocals
Dave Colwell: Rhythm, lead, acoustic guitars & vocals
Robin Clayton: Bass guitar
Richard Young: Keyboard & sequence programming
Zak Starkey: Drums

Este é um daqueles discos, que ou se gosta muito, ou simplesmente não se sabe o que pensar sobre isso, mas o que não se pode negar que havia qualquer coisa neste (Silver & Gold), mesmo que foi um espanto para muitos. Digamos que foi uma fuga que Smith tinha vindo a planear nos Iron Maiden , mas ainda havia algo que só não o afastou de seu passado, mas ainda assim mostrou que poderia fazer qualquer coisa, literariamente ir sozinho, e escrever seu próprio material, e ainda manter sua posição como mais um dos grandes guitarristas do Rock, trazendo o cantor e compositor como sendo um elemento de elevado nível.
Esta muito á frente daquilo que fazia nos Iron Maiden, está mais para hard rock, na linha do Urchin, banda em que Smith tocava e cantava antes de Murray apresentá-lo a Steve Harris. Ah, sim, ele é o vocalista - e se sai muito bem.


Adrian Smith - Silver And Gold

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dokken "Exciter" 6 song demo 1978

The earliest known Dokken studio recordings from 1978! Along with the much booted "Back In The Streets" session from 1979, these tracks paint a picture of a very young L.A. band just finding their feet. The quality isn't as good as the "Back In The Streets" material, as those leaked from the master tapes and I have no idea what the lineage of these songs is -- but they are definately listenable




Dokken "Exciter" 6 song demo tape 1978
Don Dokken - vocals, guitar
George Lynch - lead guitar
Mick Brown - drums
Juan Crucier - bass, backing vocals
8/10 sound ~21 min.


Dokken "Exciter" 6 song demo 1978


Track listing:
Hit And Run
Going Under (instrumental)
Destiny
Do It
Broken Heart
Sheila

http://www.megaupload.com/?d=G5BILW5W

Escalas









Shangai Blue - Shangai Blue (Demo - 1992)




Miguel Angelo - Vocals (Ibéria)
Vítor Brás - Guitars (Ibéria)
Sérgio Palma - Guitars
Barrocas - Bass
João Alexandre - Drums (Ibéria)





Shangai Blue

sábado, 22 de agosto de 2009

Abismo - De Estação Em Estação/ O Zé... )Nas Garras da Previdência) - RCS 4010-MSN - 1982








Lado A
Abismo - De Estação em estação
Lado B
O Zé ...(Nas Garras da Previdência)

Voz-Paulo Gomes
Guitarras: Solo - «Manel» Gomes,
Ritmo - Jorge Lourenço
Baixo - João Nunes
Bateria - Filipe Gomes

Técnica - Paulo Lunqueiro
Mistura - Jorge Barata
Produção D.C.RIOS RCS 1982

A RCS, Edições e Produções Musicais situava-se na Rua Maria Andrade,7º 1º dto, em Lisboa. A editora também chegou a situar-se na Rua Cidade de Lobito - Olivais Sul. O radialista Luis Filipe Barros era um dos proprietários.

Com o boom do rock português passou a denominar-se também Movimento "Sangue Novo".

O maior sucesso da editora foi o single "Touch Me Now" dos Go Graal Blues Band, editado em 1981.



Abismo