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domingo, 6 de setembro de 2009

Helloween - Chamaleon





Chameleon


O que as pessoas pensam sobre este álbum?
. Na primeira vez que ouvi, eu não gostava nada dele, porque não era metal é claro!. As pessoas parecem olhar para este álbum como um album de Helloween em decadencia "e que todos eles pensam que é de muito pop / rock e metal não é suficiente". Discordo totalmente, e especialmente nos dias de hoje, quando eu comecei a ser mais aberto com a música. Na minha opinião, Helloween faz este tipo de música grande e muito melhor do que a maioria das outras bandas. A ousadia de fazer algo diferente é ter sucesso (é o que eu acho) é tão diferente para as bandas de power metal, Hammerfall, por exemplo, não quer e não seria capaz de criar algo como isto.

Os ingredientes extra que faz com que este se destacar outro bem pop / rock material é:
1. Os musicos. Roland Grapow é um gênio, eu gosto seu trabalho de guitarra. Michael Weikath é um grande músico, sua composição é tão grande neste gênero como no power metal. Ingo (RIP) é um dos meus bateristas favoritos, ele realmente é subestimado. As linhas de baixo não são significativos, mas definitivamente não é ruim, e diferente de um monte de power metal que você pode realmente ouvir o baixo. O piano interpretado por Tommy Hansen (?) É a regra arranjos orquestrais. Além disso, Kiske é o meu vocalista preferido de sempre. Novamente, o trabalho de guitarra impressionante e grandes solos de guitarra (vejam o I Don't Wanna Cry No More).
2. O espírito Helloween ainda está lá (confira a faixa obrigatória humor, Crazy Cat)

A letra das musicas é realmente grande, às vezes, mas em alguns dos temas são realmente ruins tipo: Crazy Cat não é muito inteligente, pela primeira vez é muito pateta, I Don't Wanna Cry No More (fala do irmão Roland que tinha morrido) A produção não é nada extraordinário, mas não é mau de todo como Pink Bubbles.

Ressumindo só para dizer que este é um dos álbuns mais originais e interessantes feitas por uma banda de power metal e é um dos meus favoritos de sempre. Este album para mim é como se fosse o primeiro album de Kiske a solo.
Algumas músicas para conferir: Giants e First Time (o único verdadeiro poder "músicas" de metal), as baladas extraodinarias Windmill e Longing e, bem ... praticamente todo o álbum!

Um disco transgressor, sem denominações, e que mostrou uma banda livre das amarras dos padrões e chavões do heavy metal, o que é próprio das obras-primas. Esse trabalho também marcou a despedida de Michael Kiske, que seguiu carreira solo, e de Ingo Schwichtenberg, que deixou a banda em 1993 e suicidou-se em 1995 aos 29 anos.

Os Helloween nunca mais foram os mesmos depois da saida de Kiske, para o lugar dele entrou Andy Deris (uma voz de cana raxada) que mostra alguma criatividade nas composicões, que obrigatoriamente tiveram de voltar ás amarras e á rotina do Power Metal.

Um dos discos mais sensacionais, imperdível e imprescindível de todos os tempos!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Michael Kiske ‘I’ll Prophecy Demo-Tape 1986'





Ill Prophecy - demo

A carreira de Michael Kiske começou quando ele ainda era o vocalista de uma pequena e desconhecida banda chamada ‘I’ll Prophecy’. Enquanto isso, a banda alemã Helloween procurava um novo vocalista. Michael Kiske viria a ser o novo membro do grupo.

Michael Kiske, ex-vocalista do Helloween, não pára de fazer barulho. Desde que deixou a banda com a qual gravou clássicos como "Keepers Of The Seven Keys I" e "II", o músico vem criando polêmicas expondo a sua maneira de ver o Heavy Metal e suas vertentes.

Em reveladora entrevista à revista Roadie Crew, o alemão, perguntado sobre as questões morais e artísticas que em entrevista anterior havia dito que o incomodavam no estilo, afirmou: "A intensa exaltação de morte, ódio, mal etc. Acho inúteis essas bandas posando de cruéis e passando mensagens negativas às pessoas. Gosto de ver senso de humor e boa música nos palcos. (...) Até no nome Helloween há um pouco disso. É como se você tentasse fazer o inferno (N.R.: 'hell') soar legal. No entanto, é o de menos, pois me parece totalmente inofensivo. Há coisas muito mais graves por aí."
Kiske foi então questionado pelo redator da revista, Thiago Sarkis, quanto a exemplos do que estava falando, ao que retrucou: "Pense nos títulos e letras de músicas de bandas de Heavy Metal. Quantas vezes você encontrará coisas como 'morra', 'morte', 'morto', 'matar'? O Iron Maiden, por exemplo, faz isso o tempo inteiro. Eles vendem a morte às pessoas."


Kiske: “Eu não me importo mais com esses tipos de papas e filisteus da música, eu devo dizer. Eu posso gravar minha própria música até como canções folk espanholas se eu quiser, e eu não preciso pedir a permissão de ninguém sobre isso. Eu pessoalmente acho, depois de como a banda me tratou e falou porcarias sobre mim após esses anos, que seria maior heresia NÃO pegar minhas bonitas músicas de volta. Isso faz moralmente muito sentido para mim; mas a cena metal tem morais totalmente falsas de qualquer jeito. Isso porque essa cena está puxando demais o saco de um falso deus – o anticristo. Eu não acredito nas morais do metal. Eu acredito em liberdade (= verdadeira) música e em Jesus Cristo.”...

"Músicos NUNCA devem fazer álbuns para agradar mercados ou criticas; ISSO é música falsa. Mas como eu disse, o mundo do metal tende a ter suas ‘próprias’ morais aqui... Como um músico LIVRE, você sempre será um ‘traidor’ para os fascistas do metal. Mas você tem de ser honesto consigo mesmo, porque isso faz música verdadeira. Se você não é honesto com si mesmo, você é um traidor de você mesmo e de DEUS. Nós dois sabemos que quando certas mentalidades te chamam de ‘verdadeiro’ novamente, mas é só uma mentira. O Metal geralmente adora inverter as coisas: moralidade, a cruz, o pentagrama, a verdade... Eu aprendi com o metal muito sobre o que é certo e o que é errado, então eu agradeço à cena por isso!"

www.myspace.com/mkiske