quarta-feira, 26 de agosto de 2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Michael Kiske ‘I’ll Prophecy Demo-Tape 1986'





Ill Prophecy - demo

A carreira de Michael Kiske começou quando ele ainda era o vocalista de uma pequena e desconhecida banda chamada ‘I’ll Prophecy’. Enquanto isso, a banda alemã Helloween procurava um novo vocalista. Michael Kiske viria a ser o novo membro do grupo.

Michael Kiske, ex-vocalista do Helloween, não pára de fazer barulho. Desde que deixou a banda com a qual gravou clássicos como "Keepers Of The Seven Keys I" e "II", o músico vem criando polêmicas expondo a sua maneira de ver o Heavy Metal e suas vertentes.

Em reveladora entrevista à revista Roadie Crew, o alemão, perguntado sobre as questões morais e artísticas que em entrevista anterior havia dito que o incomodavam no estilo, afirmou: "A intensa exaltação de morte, ódio, mal etc. Acho inúteis essas bandas posando de cruéis e passando mensagens negativas às pessoas. Gosto de ver senso de humor e boa música nos palcos. (...) Até no nome Helloween há um pouco disso. É como se você tentasse fazer o inferno (N.R.: 'hell') soar legal. No entanto, é o de menos, pois me parece totalmente inofensivo. Há coisas muito mais graves por aí."
Kiske foi então questionado pelo redator da revista, Thiago Sarkis, quanto a exemplos do que estava falando, ao que retrucou: "Pense nos títulos e letras de músicas de bandas de Heavy Metal. Quantas vezes você encontrará coisas como 'morra', 'morte', 'morto', 'matar'? O Iron Maiden, por exemplo, faz isso o tempo inteiro. Eles vendem a morte às pessoas."


Kiske: “Eu não me importo mais com esses tipos de papas e filisteus da música, eu devo dizer. Eu posso gravar minha própria música até como canções folk espanholas se eu quiser, e eu não preciso pedir a permissão de ninguém sobre isso. Eu pessoalmente acho, depois de como a banda me tratou e falou porcarias sobre mim após esses anos, que seria maior heresia NÃO pegar minhas bonitas músicas de volta. Isso faz moralmente muito sentido para mim; mas a cena metal tem morais totalmente falsas de qualquer jeito. Isso porque essa cena está puxando demais o saco de um falso deus – o anticristo. Eu não acredito nas morais do metal. Eu acredito em liberdade (= verdadeira) música e em Jesus Cristo.”...

"Músicos NUNCA devem fazer álbuns para agradar mercados ou criticas; ISSO é música falsa. Mas como eu disse, o mundo do metal tende a ter suas ‘próprias’ morais aqui... Como um músico LIVRE, você sempre será um ‘traidor’ para os fascistas do metal. Mas você tem de ser honesto consigo mesmo, porque isso faz música verdadeira. Se você não é honesto com si mesmo, você é um traidor de você mesmo e de DEUS. Nós dois sabemos que quando certas mentalidades te chamam de ‘verdadeiro’ novamente, mas é só uma mentira. O Metal geralmente adora inverter as coisas: moralidade, a cruz, o pentagrama, a verdade... Eu aprendi com o metal muito sobre o que é certo e o que é errado, então eu agradeço à cena por isso!"

www.myspace.com/mkiske

Adrian Smith And Project - Silver And Gold (1989)



Adrian Smith: Lead, rhythm & acoustic guitars & lead vocals
Andy Barnett: Lead, rhythm, slide & acoustic guitars & vocals
Dave Colwell: Rhythm, lead, acoustic guitars & vocals
Robin Clayton: Bass guitar
Richard Young: Keyboard & sequence programming
Zak Starkey: Drums

Este é um daqueles discos, que ou se gosta muito, ou simplesmente não se sabe o que pensar sobre isso, mas o que não se pode negar que havia qualquer coisa neste (Silver & Gold), mesmo que foi um espanto para muitos. Digamos que foi uma fuga que Smith tinha vindo a planear nos Iron Maiden , mas ainda havia algo que só não o afastou de seu passado, mas ainda assim mostrou que poderia fazer qualquer coisa, literariamente ir sozinho, e escrever seu próprio material, e ainda manter sua posição como mais um dos grandes guitarristas do Rock, trazendo o cantor e compositor como sendo um elemento de elevado nível.
Esta muito á frente daquilo que fazia nos Iron Maiden, está mais para hard rock, na linha do Urchin, banda em que Smith tocava e cantava antes de Murray apresentá-lo a Steve Harris. Ah, sim, ele é o vocalista - e se sai muito bem.


Adrian Smith - Silver And Gold

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dokken "Exciter" 6 song demo 1978

The earliest known Dokken studio recordings from 1978! Along with the much booted "Back In The Streets" session from 1979, these tracks paint a picture of a very young L.A. band just finding their feet. The quality isn't as good as the "Back In The Streets" material, as those leaked from the master tapes and I have no idea what the lineage of these songs is -- but they are definately listenable




Dokken "Exciter" 6 song demo tape 1978
Don Dokken - vocals, guitar
George Lynch - lead guitar
Mick Brown - drums
Juan Crucier - bass, backing vocals
8/10 sound ~21 min.


Dokken "Exciter" 6 song demo 1978


Track listing:
Hit And Run
Going Under (instrumental)
Destiny
Do It
Broken Heart
Sheila

http://www.megaupload.com/?d=G5BILW5W

Escalas









Shangai Blue - Shangai Blue (Demo - 1992)




Miguel Angelo - Vocals (Ibéria)
Vítor Brás - Guitars (Ibéria)
Sérgio Palma - Guitars
Barrocas - Bass
João Alexandre - Drums (Ibéria)





Shangai Blue

sábado, 22 de agosto de 2009

Abismo - De Estação Em Estação/ O Zé... )Nas Garras da Previdência) - RCS 4010-MSN - 1982








Lado A
Abismo - De Estação em estação
Lado B
O Zé ...(Nas Garras da Previdência)

Voz-Paulo Gomes
Guitarras: Solo - «Manel» Gomes,
Ritmo - Jorge Lourenço
Baixo - João Nunes
Bateria - Filipe Gomes

Técnica - Paulo Lunqueiro
Mistura - Jorge Barata
Produção D.C.RIOS RCS 1982

A RCS, Edições e Produções Musicais situava-se na Rua Maria Andrade,7º 1º dto, em Lisboa. A editora também chegou a situar-se na Rua Cidade de Lobito - Olivais Sul. O radialista Luis Filipe Barros era um dos proprietários.

Com o boom do rock português passou a denominar-se também Movimento "Sangue Novo".

O maior sucesso da editora foi o single "Touch Me Now" dos Go Graal Blues Band, editado em 1981.



Abismo